Pular para o conteúdo principal

BRITTANY MURPHY E ATOR DE "MINHA MÃE É UMA PEÇA" QUASE ESTIVERAM NUM MESMO FILME

Existem curiosidades que certos acidentes da vida impedem de acontecer. É o caso da saudosa atriz Brittany Murphy, que teria feito 36 anos no último dia 10, não fosse seu falecimento em 2009.

Escalada para o elenco de Os Mercenários (The Espendables), Brittany quase esteve no mesmo filme que o ator brasileiro Paulo Gustavo, conhecido por fazer um papel de Dona Hermínia, personagem criado por ele para a obra de humor Minha Mãe é Uma Peça.

Pois Paulo Gustavo participou, no primeiro Os Mercenários, fazendo o papel do Soldado Vilenan, no filme que, além dos EUA, foi filmado no Brasil, inclusive em Niterói.

Brittany não viveu para iniciar as gravações, mas ela teria feito a namorada do personagem Tool, interpretado por Mickey Rourke - que, como Brittany, também estava no primeiro Sin City - e teria feito também um número musical.

Os Mercenários é um filme comercial, de pancadaria etc etc. Mas devolveria o sucesso a Brittany, que estava fazendo trabalhos pouco badalados, apesar de seu inegável talento conquistado em vários filmes.

Além disso, se Brittany tivesse vivido, ela, por razões da divulgação do filme, teria visitado o Brasil, além de unir a carreira de atriz e produtora com a de compositora e cantora (e que cantora!). E nós, no Brasil, com toda a certeza acolheríamos a gata com o maior carinho.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

FILHA DE MÁRCIA CABRITA NÃO TEVE A SORTE DE BRITTANY MURPHY

Ontem, 10 de novembro de 2017, mesmo dia do aniversário de 40 anos de nascimento de Brittany Murphy, a atriz brasileira Márcia Cabrita, também famosa por papéis cômicos, faleceu, perdendo a batalha contra um câncer no ovário, doença diagnosticada em 2010 (a essas alturas Britt já era falecida).

Com o falecimento de Márcia, sua filha Manuela Parente, não teve a sorte de Brittany, pois a adolescente brasileira acabou perdendo a mãe, ameaça da qual a atriz estadunidense foi poupada. Sabe-se que, entre 1990 e 1992, Sharon Murphy sofreu câncer de mama, com alto risco de falecimento, mas sobreviveu.

A exemplo de Sharon, Márcia Cabrita estava solteira, embora seu divórcio com o psicanalista Ricardo Parente tinha sido bastante amigável. Márcia e Ricardo foram casados entre 2000 e 2004, e continuaram amigos desde então. Ricardo compareceu ao velório da ex-mulher, hoje de manhã, em Niterói, terra natal da atriz, famosa por produções como o seriado Sai de Baixo e sua última novela, Novo Mundo, …

ATRIZ DE RIVERDALE É COMPARADA A BRITTANY MURPHY

O portal Teen.Com fez uma lista dos atores do seriado juvenil Riverdale - um seriado de drama com personagens criados pela Archie Comics - , produzido pelo canal CW, da Warner, e comparou uma das atrizes, Lili Reinhart, que faz a Betty Cooper (a loura da turma do Archie), com Brittany Murphy, por causa da semelhança.

Consideramos que as semelhanças sejam muito leves, mas insuficientes para tamanha comparação. Tentamos usar uma outra foto da Brittany Murphy, com uma expressão facial mais parecida, para tentar reforçar a comparação.


A semelhança melhora um pouco, talvez até sugerindo que Lili pudesse interpretar Brittany numa possível nova cinebiografia. Mesmo assim, as semelhanças continuam leves.


O que notamos, todavia, é que Lili Reinhart é muito mais parecida com outra Brittany, a Brittany Snow, não apenas pelos olhos claros, mas pelo formato facial bem mais próximo. Se bem que Brittany Snow também já foi comparada com Brittany Murphy. E o mesmo prenome chamou muito a atenção.

TERMO "PATRICINHA" TEVE ORIGEM EM SOCIALITE BRASILEIRA

O termo "patricinha", que os fãs de Brittany Murphy conhecem pela denominação brasileira dada ao filme de título "seco", Clueless (traduzido do inglês, "sem pistas"), que virou As Patricinhas de Beverly Hills, teve sua origem revelada.

A expressão corresponde ao tipo de garota bem nascida, consumista, fanática por moda, de comportamento ingênuo e intelectualmente duvidoso. Algo como uma jovem dondoca, muitas vezes muito bonita, mas inacessível pelo seu tipo aristocrático.

A revelação se deu no livro Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança, que o jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, famoso por seus livros memorialistas, como 1958 - O Ano Que Não Devia Terminar (1997), dedica à biografia do colunista social Zózimo Barroso do Amaral.

O termo surgiu da socialite Patrícia Leal, trineta do conde Modesto Leal, que havia sido um dos homens mais ricos do período da República Velha (1889-1930). Patrícia se destacou nas colunas sociais da década de 1990 e, ex-na…