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Mostrando postagens de novembro, 2020

BRITTANY MURPHY USANDO CAPUZ EM DOIS MOMENTOS

Aqui vemos Brittany Murphy usando capuz em dois momentos, um no clipe da banda Tears For Fears, "Closest Thing to Heaven", de 2004, e numa cena de A Garota do Ramen (The Ramen Girl ), de 2008.

BRITTANY MURPHY EM AÇÃO DE CARIDADE

Uma publicação em espanhol, não creditada mas datada de 2005, mostra Brittany Murphy mostrando sua generosidade, realizando uma doação para uma instituição médica no Aeroporto LAX, em Los Angeles. Embora não costumamos acreditar em ações caridosas de famosos, a de Brittany podemos dizer que é sincera, porque ela sempre passava autenticidade e um grandioso caráter em sua vida.

A FALTA QUE BRITTANY MURPHY FAZ

O que faz doer muito é que, além de Brittany Murphy ter falecido muito cedo, é que não temos uma mulher com a mesma força de espírito que ela demonstrou nos seus breves 32 anos. Ela faz muita, muita, muitíssima falta. Temos mulheres talentosas, sim, mas a personalidade forte e marcante de Brittany e sua capacidade de usar sua voz natural para cantar pop dançante, diante de tantas outras que cantam de maneira robótica ou se limitam a fazer vocais eróticos e sussurrantes, causa muita tristeza. A sua presença de espírito, o seu talento ascendente, a sua doçura e a sua beleza cativante também fazem muita falta. E hoje, dia em que ela faria 43 anos, ela manteria a aparência jovial de seus bons momentos de 2009, e teria feito uma grande porção de trabalhos, como atriz, cantora e produtora, somando a isso, muito provavelmente, dons de diretora de filmes ou clipes e ativa compositora (lembremos que ela escrevia poemas em seus diários). Daí que, hoje, nos limitamos a nos lembrar dela, com muita

ESTADO ONDE NASCEU BRITTANY MURPHY, GEÓRGIA RECONTA VOTOS DA CORRIDA PRESIDENCIAL NOS EUA

  A CIDADE DE ATLANTA, GEÓRGIA, TERRA NATAL DE BRITTANY MURPHY, RESOLVEU RECONTAR OS VOTOS AO VERIFICAR EMPATE TÉCNICO ENTRE OS CANDIDATOS JOE BIDEN E DONALD TRUMP. As leis eleitorais dos Estados Unidos da América são muito bizarras. A dita "maior democracia do mundo" tem na votação popular uma importante consulta para avaliar os candidatos à Presidência da República. Mas nem sempre um candidato mais votado ganha o cargo, já que eventualmente o Colégio Eleitoral, que decide a vitória de um presidenciável, diverge do voto popular. Isso ocorreu há 20 anos, quando o vencedor democrata Al Gore perdeu a conquista do cargo presidencial para o republicano George W. Bush. Mas a própria vitória de Hillary Clinton, há quatro anos, parecia certa se não fosse uma ajudinha de Steve Bannon para garantir a vitória de Donald Trump em Estados considerados estratégicos, como no Sul dos EUA. Diante disso, há uma hierarquia de Estados estadunidenses que pesam mais na eleição de um presidenciável